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Emblema do grupo Presidente Costa e SilvaGrupo Escoteiro · 110/RS · Taquari
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1970 — O início da nossa história

A fundação do Grupo Escoteiro Presidente Costa e Silva 110/RS.

Acontecimento: 1970

Publicação editorial:

Uma ideia apresentada à comunidade, uma comissão de organização e famílias dispostas a apoiar. Nas primeiras atas do Grupo Escoteiro Presidente Costa e Silva, a fundação aparece como uma construção coletiva em Taquari. Os registros de 1970 permitem acompanhar a passagem dos preparativos para a instalação do grupo e para seus primeiros meses de organização.

Os primeiros passos

A Ata nº 1, datada de 10 de maio de 1970, retoma as iniciativas que antecederam a criação do grupo. Raul R. Schmeling relatou ter apresentado a ideia em uma reunião do Rotary Club de Taquari, onde recebeu apoio dos membros e da comunidade. O documento também registra o encontro dessa iniciativa com a intenção do reverendo Orlando Stelter de organizar um grupo escoteiro na cidade.

Depois de uma palestra sobre escotismo em uma reunião festiva do Rotary, foi eleita uma comissão executiva. Schmeling assumiu a presidência e Stelter foi indicado como chefe do grupo. A ata registra, assim, tanto a mobilização comunitária quanto os primeiros passos de sua organização.

Um nome e os preparativos para a instalação

Em 10 de maio de 1970, os presentes aprovaram por unanimidade o nome “Grupo de Escoteiros Presidente Costa e Silva”. A mesma ata registra a escolha da cor laranja para os lenços e a decisão de vincular o grupo à comunidade evangélica como entidade mantenedora. O documento registra a escolha do nome, sem explicar a motivação da homenagem.

A Ata nº 1 também relata uma reunião de 8 de maio com a comissão executiva, pais de escoteiros e lobinhos, autoridades e convidados. Nela houve uma palestra sobre escotismo, foi comunicada a solicitação de autorização provisória à União dos Escoteiros do Brasil e ficou marcada a investidura para 30 de maio. São registros dos preparativos, anteriores à instalação solene.

30 de maio: instalação e investidura

A Ata nº 2 documenta a sessão solene de instalação do grupo e a cerimônia de investidura em 30 de maio de 1970, às 20 horas. O encontro ocorreu no salão paroquial da comunidade evangélica, na rua José Porfírio da Costa, em Taquari, com a presença da comissão executiva, autoridades, pais e convidados.

A solenidade incluiu o fogo de conselho, a saudação à Bandeira Nacional e a investidura dos escoteiros. Ao encerrar a sessão, a presidência agradeceu o apoio recebido da comunidade. Esse é o marco de instalação formal registrado nas atas aqui preservadas.

Os primeiros meses: famílias, atividades e apoio

Em 8 de julho de 1970, a Ata nº 3 registra uma sessão do conselho de pais na sede do Clube Renascença. A participação das famílias foi tratada como parte importante da educação das crianças e do apoio material ao grupo.

O registro menciona o crescimento de oito para dezoito meninos, a formação de fundos das patrulhas e a necessidade de preparar novas chefias. Também apresenta o planejamento de um primeiro acampamento em General Câmara, na fazenda da fábrica SETA, para os dias 21, 22 e 23 daquele mês. A ata documenta o planejamento dessa atividade, sem comprovar sua realização posterior.

O apoio comunitário aparece de forma concreta: a reunião registra recursos obtidos em um almoço para a compra de equipamentos, a doação de uma barraca pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul e o recebimento de um terreno da Prefeitura Municipal para a construção da sede. São apoios e decisões ligados ao grupo, e não um relato de todas as obras ou iniciativas da comunidade.

Um registro de continuidade em 1971

A Ata nº 4, de 4 de maio de 1971, mostra a continuidade da organização. O conselho diretor reuniu-se para tratar das atividades, de um almoço previsto para 30 de maio e da documentação necessária para complementar o registro do grupo e habilitá-lo ao recebimento de auxílios. A folha também apresenta uma proposta de composição do conselho para uma eleição futura; não registra essa eleição como já realizada.

Essas primeiras atas preservam a fundação e o início da vida organizada do grupo. A trajetória das gerações seguintes será reunida em outros capítulos do memorial, conforme suas fontes forem incorporadas.

Memória institucional e fontes

Segundo o relato institucional fornecido pelo proprietário do site para este memorial, a origem do grupo está inserida no contexto do Retatec. Essa memória complementa a leitura das atas, sem atribuir ao Retatec decisões ou vínculos formais que os documentos apresentados não estabelecem.

A reconstrução deste capítulo se baseia nas Atas nº 1, nº 2 e nº 3, de 1970, e nº 4, de 1971. As sete digitalizações abaixo seguem a ordem das folhas. A sexta imagem reúne o final da Ata nº 3 e o início da Ata nº 4. Os documentos podem ser ampliados para leitura ou abertos em sua resolução original.

As atas de fundação e organização inicial

Ampliar digitalização manuscrita: Ata nº 1 — folha 1 · 10 de maio de 1970.
Ata nº 1 — folha 1 · 10 de maio de 1970
Ampliar digitalização manuscrita: Ata nº 1 — folha 2 · continuação.
Ata nº 1 — folha 2 · continuação
Ampliar digitalização manuscrita: Ata nº 2 — 30 de maio de 1970.
Ata nº 2 — 30 de maio de 1970
Ampliar digitalização manuscrita: Ata nº 3 — folha 1 · 8 de julho de 1970.
Ata nº 3 — folha 1 · 8 de julho de 1970
Ampliar digitalização manuscrita: Ata nº 3 — folha 2 · continuação.
Ata nº 3 — folha 2 · continuação
Ampliar digitalização manuscrita: Ata nº 3 — folha 3 / Ata nº 4 — folha 1.
Ata nº 3 — folha 3 / Ata nº 4 — folha 1
Ampliar digitalização manuscrita: Ata nº 4 — folha 2 · 4 de maio de 1971.
Ata nº 4 — folha 2 · 4 de maio de 1971

Fontes primárias: livro de atas do grupo, digitalizações preservadas na biblioteca de mídia do GEPCS. As datas dos acontecimentos constam dos documentos; a data de publicação editorial identifica a preparação deste artigo para o memorial.

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